quarta-feira, 9 de novembro de 2011

 
 
Esquece. Não vou atrás de ninguém. Não mais. Hoje eu acordei e pensei que seria melhor não, eu não quero me apegar em ninguém, não quero precisar de ninguém. Quero seguir livre, entende? Mesmo que isso me faça falta. (Caio F Abreu)

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Sinceridade...

Eu sei que sou exatamente o que 98% dos homens não gosta ou não sabe
gostar (apesar de eles nunca me deixarem em paz). Eu falo o que penso,
abro as portas da minha casa, da minha vida, da minha alma, dos meus
medos.
T.B.

Amor não se Pede, não se Implora...

Se implorar resolvesse, não me importaria. De joelhos, no milho, em espinhos, agachada, com o cofrinho aparecendo.
Uma loucura qualquer, se ajudasse, eu faria com o maior prazer. Do ridículo ao medo: Pularia pelada de bungee jump.
Chorar, se desse resultado, eu acabaria com a seca de qualquer Estado, de qualquer espírito.
Mas amor não se pede, imagine só.
Ei, seu tonto, será que você não pode me o...lhar com olhos de devoção porque eu estou aqui quase esmagada com sua presença? Não, não dá pra dizer isso.
Ei, seu velho, será que você pode me abraçar como se estivéssemos caindo de
uma ponte porque eu estou aqui sem chão com sua presença? Não, você não pode dizer isso.
Ei, monstro do lixo, será que você pode me beijar como um beijo de final de filme porque eu estou aqui sem saliva, sem ar, sem vida com a sua presença? Definitivamente, não, melhor não.
Amor não se pede, é uma pena.
É uma pena correr com pulinhos enganados de felicidade e levar uma rasteira.
É uma pena ter o coração inchado de amar sozinha, olhos inchados de amar sozinha. Um semblante altista de quem constrói sozinho sonhos.
Mas você não pode, não, eu sei que dá vontade, mas não dá pra ligar pro
desgraçado e dizer: ei, tô sofrendo aqui, vamos parar com essa estupidez de não me amar e vir logo resolver meu problema?
Mas amor, minha querida, não se pede, dá raiva, eu sei.
Raiva dele ter tirado o gosto do mousse de chocolate que você amava tanto.
Raiva dele fazer você comer cinco mousses de chocolate seguidos pra ver se, em algum momento, o gosto volta.
Raiva dele ter tirado as cores bonitas do mundo, a felicidade imensa em ver crianças sorrindo, a graça na bobeira de um cachorro querendo brincar.
Ele roubou sua leveza mas, por alguma razão, você está vazia.
Mas não dá, nem de brincadeira, pra você ligar pro cara e dizer: ei, a vida é curta pra sofrer, volta, volta, volta.
Porque amor, meu amor, não se pede, é triste, eu sei bem. É triste ver o Sol e não vê-lo se irritar porque seus olhos são claros demais, são tristes as manhãs que prometem mais um dia sem ele, são tristes as noites que cumprem a promessa.
É triste respirar sem sentir aquele cheiro que invade e você não olha de lado, aquele cheiro que acalma a busca. Aquele cheiro que dá vontade de transar pro resto da vida.
É triste amar tanto e tanto amor não ter proveito. Tanto amor querendo fazer alguém feliz.
Tanto amor querendo escrever uma história, mas só escrevendo este texto
amargurado.
É triste saber que falta alguma coisa e saber que não dá pra comprar, substituir, esquecer, implorar.
É triste lembrar como eu ria com ele.
Mas amor, você sabe, amor não se pede. Amor se declara: sabe de uma coisa?
Ele sabe, ele sabe.
 
Tati Bernardi

domingo, 6 de novembro de 2011

Problemas...


Qualquer distância entre nós
Virou um abismo sem fim
Quando estranhei sua voz
Eu te procurei em mim
Ninguém vai resolver
Problemas de nós dois.
Se tá tão difícil agora
Se um minuto a mais demora
Nem olhando assim mais perto
Consigo ver porque tá tudo tão incerto
Será que foi alguma coisa que eu falei?
Ou algo que fiz que te roubou de mim?
Sempre que eu encontro uma saída.
Você muda de sonho e mexe na minha vida
O meu amor conhece cada gesto seu
Palavras que o seu olhar só diz pro meu
Se pra você a guerra está perdida
Olha que eu mudo os meus sonhos,
Pra ficar na sua vida!

Nova Colombina...

 
Tenho muitos amigos homens. Que me contam como enganam e traem suas mulheres, suas namoradas, suas peguetes da semana. Adoro meus amigos. Adoro vocês, homens, sempre tão espertos, inteligentes, cínicos, piadistas, descolados, sexuais e LIVRES. Adoro tanto que me tornei uma cópia QUASE idêntica, não fosse pelo meu útero carente e pelo meu decote que ainda grita, pedindo que eu seja um pouco feminina. Um pouco!

Tati Bernardi

Por que Colombina?



 Houve diversas discussões em relação à escolha desse apelido. Enfim minhas amigas me nomearam como Colombina. Talvez por esse meu jeito, extrovertida, irônica, bem humorada, por estar envolvida em fofocas e coisas do tipo. E acima de tudo, apaixonada pela vida!
Bom, sou um pouco estourada, falo verdadeiramente o que sinto. Sempre fui muito ansiosa, seja qual for a ocasião, sempre que tenho algo à esperar, isso já é o bastante para me despertar esse estado emocional.
Sou muito ligada à família, acima de tudo é ela e Deus!
Quanto à minha vida amorosa, sou bem estável até por ter sofrido em relações passadas. Talvez seja por isso, eu ter adquirido uma certa experiência e visão de mundo ( e de homens também ). Sempre envolvo com a pessoa que relaciono, pode ser que seja um defeito, mas procuro me conter e sempre em busca do equilíbrio.Nada de exagero seja ele amoroso ou doloroso, tudo tem sua medida para que assim, possamos viver a vida como ela é : cheia de contradições e desafios. Mas é assim, que aprendemos mesmo nos erros, nas dores, há sempre uma lição. Porém, ninguém quer passar por uma dor pra que depois possa verdadeiramente aprender, mas infelizmente a vida é como ela é.
E assim, toda a minha vida foi muito baseada em conselhos familiares. Uma visão de mundo diferenciada, é claro que as vezes dou uma vacilada, mas quem é que nunca deu? Mas, sempre procuro evitar erros passados e cometer atitudes favoráveis ao meu futuro.

Vivo o hoje pensando no amanhã, mas sempre procuro aproveitar o hoje.
As vezes penso muito nas consequências antes de tomar alguma atitude. Porém, não descarto um 'fugidinha'.
Sou bem objetiva quanto às minhas escolhas, sonhos. 
Quanto ao resto, haa o resto o tempo ajeita!

Já dizia Tião Carreiro : Tendo amor e saúde, da vida eu não reclamo. Eu amo a vida que levo, levo a vida que amo!

Vem como uma brisa…

Quanto ao coração da Colombina?
Ela ainda não sabe por onde ele anda.
Mas, a Colombina, tem essa sensação estranha, que mais cedo ou mais tarde, ele estará de volta em seu peito, meio arranhado, um pouco cansado, mas batendo forte.
E é essa certeza estranha, que faz surgir na Colombina  essa tranquilidade para seguir em frente.
Uma hora tudo estará em seu lugar  e pronto para um novo começo…
Uma mudança que chega aos poucos, quase imperceptível e, quando menos se espera, já se realizou…